(...) utilizado em pontos que ficam distantes da tubulação da SCGÁS, que está sendo disponibilizado em caráter emergencial, exclusivamente no Posto A.Nunes Centro, é normalmente utilizado em Santa Catarina e em vários outros estados brasileiros. No entanto, esse produto é mais caro do que o GNV (Gás Natural Veicular) em função da logística que é necessária para disponibilizá-lo ao consumidor que envolve os seguintes custos:
- Compressão das carretas de cilindros na base de carregamento do gás
- Aluguel dos equipamentos, da carreta de cilindros e do compressor para que se possa realizar o abastecimento ao consumidor
- Transporte do produto da base de carregamento até o ponto de abastecimento ao consumidor
Sendo assim, essa operação emergencial que está sendo realizada pela Rede de Postos A.Nunes para viabilizar o abastecimento de gás em Tubarão e região, envolve custos que chegam a aproximadamente R$ 0,80 por metro cúbico de gás para a empresa. No entanto, o preço de venda do produto foi aumentando em apenas R$ 0,23 por metro cúbico de gás.
A diferença de R$ 0,57 por metro cúbico de gás está sendo custeada pela Rede A. Nunes, pois para viabilizar essa operação de GNC, os postos de combustíveis de Santa Catarina, possuem um desconto especial concedido pela SCGÁS no preço de compra do produto, justamente para tornar a operação viável, o que, no caso da operação da Rede A. Nunes, esse desconto ainda não foi concedido.
Assim que for restabelecido o fornecimento de GNV através da SCGÁS pelo sistema de gasodutos, os preços serão automaticamente reduzidos aos patamares anteriores.
Repetimos, a Rede A. Nunes está custeando a operação para manter os seus clientes abastecidos com gás, visando minimizar ao máximo os transtornos causados pela interrupção no fornecimento do produto no sul do país.
Atenciosamente,
Marcelo Siqueira
Diretor